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25 de agosto de 2016

Cuidadora filmada em Ubajara maltratando jovem com paralisia cerebral é presa

Jovem foi agredido por cuidadora em Ubajara, no Ceará (Foto: Reprodução/ TV Verdes Mares)
A Polícia prendeu a mulher de 21 anos que trabalhava como cuidadora e foi flagrada, em vídeo, maltratando um jovem com paralisia cerebral em Ubajara. A prisão foi realizada nesta quarta-feira (24), na casa dos pais da suspeita, em Ibiapina, sem que ela oferecesse resistência aos policiais. A mulher deve responder por crime de tortura, que tem pena de reclusão, de dois a oito anos.

A Polícia Civil informou que o mandado de prisão preventiva foi solicitado pela Delegacia Regional de Tianguá e expedido pela Vara Única da Comarca de Ubajara, na região da Serra de Ibiapaba. O delegado Miguel Sales disse que deve concluir o inquérito ainda esta semana.

A mulher foi flagrada maltratando o adolescente, de 17 anos, por câmeras instaladas por familiares na casa. Conforme a investigação, a família estava desconfiada da cuidadora e instalou equipamentos no local.

Em depoimento à polícia na semana passada, a mulher confessou ser a autora das agressões na delegacia de Tianguá, após a família do adolescente apresentar as gravações da câmera de vigilância instalada na casa.

A Polícia disse ter comprovado a veracidade das imagens com a gravação da agressão, que devem servir de prova no inquérito do caso, que segue na Delegacia Regional de Tianguá. Ela vai responder pelo crime de tortura, que tem pena de reclusão, de dois a oito anos.

As imagens mostram a suspeita, de 21 anos, até sufocando o jovem. Em um momento do vídeo, gravado no início do mês, ela chega a apoiar o corpo em cima do rapaz. Segundos depois, ela puxa a orelha e tapa a respiração da vítima. A cuidadora também abusava do rapaz durante a alimentação.

A Delegacia Regional de Tianguá abriu inquérito para investigar o caso e a suspeita foi ouvida na quarta-feira (17). A Polícia Civil informou que ela confessou e disse que trabalhava há quatro ano na residência. Segundo ela, os abusos aconteciam porque as pessoas da casa a faziam raiva. A família informou que a suspeita pediu demissão uma semana depois do flagrante.

G1