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4 de maio de 2018

Ceará recebe 200 mil vacinas da gripe nesta sexta-feira


O Ceará recebe dois lotes de vacinas contra a gripe H1N1, totalizando 720 mil doses, entre sexta-feira, 4, e sábado, 5. Incremento enviado pelo Ministério da Saúde (MS) ocorre em um momento em que as doses esgotaram em postos de saúde da Capital. Imunização, no entanto, continua direcionada aos grupos caracterizados prioritários. Um total de 19 unidades de saúde estarão abertas para vacinação neste sábado, em Fortaleza.

Entre eles, o Centro de Saúde Meireles. O restante ainda será divulgado pela Secretaria do Secretaria Municipal de Saúde (SMS). Ao todo, 516.388 pessoas já receberam a dose no Ceará. Os dados são do Sistema de Informações do Programa Nacional de Imunização. A meta do Estado é de imunizar mais de 2 milhões de pessoas, entre idosos, gestantes, crianças menores de cinco anos e pessoas com problemas crônicos no sistema respiratório.
Para a população que não faz parte dos grupos prioritários, a vacina só vai ser disponibilizada no fim da campanha, em junho. Entretanto, isso só acontecerá se a meta for superada e existir sobra de doses. A decisão é do Ministério da Saúde se deve à potencial complicação dos casos das pessoas do grupo de risco.
Segundo a Sesa, o que gera a falta das vacinas nos postos são questões de demandas e logística. Na Capital, as vacinas acabam mais rápido do que em cidades do Interior, devido ao número de pessoas que buscam se imunizar.
Além disso, o Ministério da Saúde está enviando as vacinas para todos os estados brasileiros de forma fracionada. Por isso, a quantidade de doses acaba, mas em dois ou três dias é reposta. A alternativa que algumas pessoas encontram para driblar a espera na rede pública é pagar pela vacina em clínicas particulares.
Na Clínica Pediátrica Alberto Lima, localizada na Aldeota, a dose custa R$ 130. O local fica aberto de segunda a sábado, das 8 às 22 horas. Entretanto, algumas delas também esperam a reposição das vacinas, como é o caso da Clínica Imunnité, também na Aldeota.

Grupo prioritário

Pessoas a partir de 60 anos; crianças de seis meses a menores de cinco anos; trabalhadores de saúde; professores das redes pública e privada; povos indígenas; gestantes; puérperas (até 45 dias após o parto); pessoas privadas de liberdade – o que inclui adolescentes e jovens de 12 a 21 anos em medidas socioeducativas; e funcionários do sistema prisional. As pessoas com doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais também devem se vacinar.


Fonte: O POVO Online