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POLÍCIA CIVIL TENTA DESVENDAR MISTÉRIO DA CHACINA EM SOBRAL

Polícia Civil começou a ouvir depoimentos de parentes das vítimas. Uma da vítimas, de 30 anos, tinha envolvimento com o tráfico de drogas.
Parentes e outras pessoas próximas às seis vítimas da chacina ocorrida em "paudarquinho", distrito de Aprazível começaram a ser ouvidas na manhã desta quinta-feira (16) na Delegacia Regional de Sobral, na zona norte do estado. O crime ocorreu na noite de terça-feira (14) e cinco das seis vítimas eram da mesma família. De acordo com o delegado Júnior Vieira, ainda não há nenhum suspeito. Uma das vítimas, Patrícia Farias da Silva, de 30 anos, respondia por tráfico de drogas.

A polícia já sabe que os três homens chegaram em um carro na casa onde estavam a seis pessoas na localidade de Pau D'Arco, na zona rural de Sobral. "Eles abordaram as vítimas na calçada da casa. Colocaram as vítimas para dentro da casa. Dois saíram depois e um ficou dentro da casa. Os dois teriam levado duas vítimas, as duas mulheres. O que ficou no interior executou os quatro e saiu no carro. Os três partiram para o segundo local onde executaram as duas outras vítimas", descreveu o delegado.

De acordo com a polícia, os corpos de duas mulhEres foram encontrados na manhã de quarta-feira (15), às margens de uma rodovia que liga a cidade de Coreaú a Alcântaras, a 374 km de Fortaleza. As quatro vítimas estavam em um dos cômodos da casa e estavam todos com as mãos amarradas, com tiros nas costas e na cabeça, segundo a polícia.

Das seis pessoas assassinadas, cinco moravam na mesma casa. Emily Farias, de 15 anos, o namorado e primo dela, Geovane Nascimento, além da mãe de Patrícia Farias da Silva, de 30 anos, a avó Maria de Jesus da Silva, de 53 anos, e Aureliano da Silva Ribeiro, 21 anos. A única vítima que não morava na casa era Benedito Gomes da Silva, de 39 anos. Ele era vizinho da família. "Tudo leva a crer que o vizinho, o Benedito, estava no momento errado, na hora errada", diz Vieira.

Para a polícia, o filho de Patrícia, de nove anos, escapou porque não estava em casa na hora do crime. A criança está com outros familiares. Com o antecedente criminal de Patrícia, os policiais investigam se haveria a comercialização de entorpecentes. Na perícia na casa onde aconteceu o crime, nada chamou atenção da polícia.


Fonte: G1/CE
Foto Plantão Alerta

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